Uso de aplicativos como instrumento para Gestão do Conhecimento nas organizações escolares
o caso do Centro de Educação Infantil Primeiro Tempo da cidade de Maringá/PR
Palavras-chave:
Tecnologias da Informação, Comunicação, Gestão do ConhecimentoResumo
O presente artigo teve como objetivo abordar a Gestão do Conhecimento dentro das Organizações Escolares por meio da utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), especificamente os aplicativos de comunicação. A metodologia adotada foi a do estudo de caso com interpretação qualitativa dos dados levantados. O universo estudado limitou-se a uma escola particular de educação infantil da cidade de Maringá/PR, que substituiu a agenda física pela virtual no formato de aplicativo. O uso das TICs não é mais uma novidade e, a questão está na mudança paradigmática daqueles que delas se apropriam de modo que o façam de forma efetiva para facilitar a construção e partilha do conhecimento.
Referências
Albertin, L. A, Albertin, M. M. (2013) “Avaliação de Educação com Base nas suas Dimensões e Componentes: uma análise da avaliação da CAPES. In: IV Encontro de ensino e Pesquisa em Administração e Contabilidade. Brasília, DF.
Angeloni, M. T. (Org.) (2008) “Organizações do Conhecimento: infraestrutura, pessoas e tecnologia” 2a. ed. – São Paulo: Saraiva.
Azevedo, C. E. S.; Dornelas, G. ; Siqueira, M. (2013) “O uso da tecnologia da informação na educação”, faeterj-caxias.net/revista/index.php/edutec/article/download/214/221
Abreu, P. R. ; Abad, R. B. (2012) “A Gestão do Conhecimento na escola”, https://www.linhadireta.com.br/publico/images/pilares/dkuqm31nz2m0.pdf
Barreto, S. de J. (2000) “Psicomotricidade: educação e reeducação.” 2a. ed. Blumenau: Acadêmica.
Carvalho, F. C. A. (2012) “Gestão do Conhecimento”, São Paulo: Pearson.
Cortella, M. S. (2015) “A era da curadoria: O que importa é saber o que importa!”, Campinas, SP: Papirus 7 Mares.
Davenport, T. H., Prusak, L. (1998) “Conhecimento empresarial.” Rio de Janeiro: Campus.
Freire, W. (org.) (2008) “Tecnologia e educação: as mídias na prática docente”, Rio de Janeiro: Wak Editora.
Junior, L. G. (2012) “Métodos e Técnicas de Gestão do Conhecimento: Comunidades de Prática”, Book of Proceedings – Tourismand Management Studies International Conference Algarve, Portugal, vol. 4.
Nonaka, I.; Takeuchi, H. (2008) “Teoria da criação do conhecimento organizacional.” In: TAkeuchi, H.; Nonaka, I. Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, p. 54-90.
Onwuegbuzie, A. J., Jiao, Q. G., & Collins, K. M. T. (2007) “Mixed methods research: A new direction for the study of stress and coping.” In. G. Gates (Ed.), Emerging thought and research on students, teacher, and administrator stress and coping. Research on Stress and Coping in Education. Vol. 4), 2007. pp. 215-243. Greenway, CT: Information Age.
Pátaro, R. F. Alves, C. D. (2011) “Educação em Valores: A escola como espaço de formação para a cidadania na sociedade contemporânea”, VI EPCT – Encontro de Produção Científica e Tecnológica, Fecilcam (24 a 28 de outubro), Campo Mourão/PR.http://www.fecilcam.br/nupem/anais_vi_epct/PDF/ciencias_humanas/07.pdf
Rios, M. C. (2011) “O Gestor Escolar e as Novas Tecnologias”,http://unifia.edu.br/revista_eletronica/revistas/educacao_foco/artigos/ano2011/gest_tec.pdf
Rodrigues, M. M.; Graeml, A.R. (2013) “Conhecimento tácito ou explícito? A dimensão epistemológica do conhecimento organizacional na pesquisa brasileira sobre gestão do conhecimento.” Perspectivas em Gestão & Conhecimento. João Pessoa. v. 3, n. 2, p. 131-144, dez.
Terra, J. C. C. (2001) “Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial.” 3. ed. São Paulo: Negócio Editora.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License.
Os autores mantêm os direitos autorais sobre os trabalhos publicados nesta revista, concedendo à SETIF o direito de primeira publicação. O conteúdo está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0), que permite copiar, redistribuir, remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer finalidade, inclusive comercial, desde que seja atribuída a autoria e feita referência à publicação original nesta revista.
Os autores concordam que qualquer reutilização de seu trabalho por terceiros deve incluir o nome dos autores, o título do artigo, o nome da revista, o DOI (quando disponível) e o link para a licença.
É permitido e incentivado que os autores disponibilizem a versão publicada do trabalho em repositórios institucionais, sites pessoais ou redes acadêmicas imediatamente após a publicação, com menção à publicação inicial nesta revista.