Biossorção do corante Preto de Remazol B utilizando biomassa mista de aspergillus niger van tieghem, 1867 (ascomycota: trichocomaceae) e pennisetum purpureum schumach., 1827 (poales: poaceae)
Palavras-chave:
Biossorção, Efluentes têxteis, Remoção da corResumo
As indústrias têxteis devem tratar seus efluentes antes do descarte em corpos hídricos. Esse tratamento objetiva majoritariamente a remoção de corantes, cuja interação com o meio ambiente pode causar grandes danos a natureza. A Biossorção tem se mostrado muitas vezes uma técnica econômica e eficaz na remoção de boa parte destes corantes. Deste modo propomos aplicar como biossorvente, o fungo Aspergillus niger crescido em Pennisetum purpureum Schumach., 1827 (Poales: Poaceae) (Capim elefante), para tratar efluentes contendo o corante Preto de Remazol B. Os ensaios de remoção do corante foram realizados em batelada nas seguintes condições: variando as temperaturas (30, 40, e 50 ± 2 oC); agitação constante de 150 rpm; pH 4,5; 0,5 g de biossorvente; e em diferentes concentrações de corante, de 25 a 65 mg·L-1. O mecanismo de biossorção foi bem descrito pelo modelo de Langmuir. A capacidade biossortiva máxima foi de 9,23 mg∙g-1. O estudo termodinâmico indicou que a biossorção foi favorável e espontânea, e que o aumento da temperatura provoca redução da capacidade biossortiva. Deste modo, a utilização do fungo fungo Aspergillus niger crescido em Pennisetum purpureum Schumach., 1827 (Poales: Poaceae) como biossorvente para a remoção do corante Preto de Remazol B de efluentes têxteis se mostrou uma nova alternativa eficaz e econômica.
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